
Igreja Caminhar em Cristo - Culto da Conquista - Quarta-feira 19h
Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos! (Nm 21:17)
“Então o povo de Israel cantou esta canção: “Ó poço, faça brotar a sua água, e nós a saudaremos com uma canção! Este poço foi cavado pelos líderes, foi aberto pelos chefes do povo, com as suas varas de comando e com os seus bordões.” Do deserto eles foram para Matana.” Nm 21:17-18 (BLH)
“Então Israel cantou este cântico: Brota, ó poço! E vós, entoai-lhe cânticos! Ao poço que os príncipes cavaram, que os nobres do povo escavaram com o bastão, e com os seus bordões. Do deserto vieram a Matana;” Nm 21:17-18 (BV)
Introdução
Toda grande benção é cantada! A expressão desse cântico é falar dos feitos grandiosos de Deus. Na maioria das vezes, comparando com o passado, e prevendo o que Deus fará. Estes cânticos geram “esperança e fé”. Pela fé louvamos a Deus através dos nossos cânticos que antecedem as bênçãos.
Hebreus 11:1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.”
Eis um estranho cântico e um estranho poço.
1. O PROCESSO DA CONQUISTA
SITUAÇÃO: DIFICULDADE E IMPOSSIBILIDADE
O povo tinha estado caminhando sobre o chão árido do deserto, sem nenhuma água à vista, e estava sedento.
REVELAÇÃO: Então Deus falou a Moisés, dizendo: “Ajunta o povo e lhe darei água.” E foi assim que a água brotou. O Espírito Santo age no coletivo, no ajuntamento.
APROPRIAÇÃO: Eles se reuniram em círculos, na areia, e seus líderes tomaram os seus bordões e cavaram fundo na terra ardente. E enquanto cavavam, cantavam. “Brota, o poço! Entoai-lhe cânticos.”
REALIZAÇÃO: E lá veio um som borbulhante, um brotar de água e uma corrente que encheu o poço e escorreu pelo chão.
O MILAGRE: Quando eles cavaram esse poço no deserto, tocaram o curso d’água que corria lá no fundo e alcançaram as torrentes que há muito estavam ocultas.
2. APLICAÇÃO: Como é bonita esta figura, que nos fala do rio de bênçãos que corre pela nossa vida e que temos apenas que alcançar pela fé e louvor, para termos supridas as nossas necessidades no mais árido deserto (dificuldade e impossibilidade). Observe: (a) convocados pelo Senhor, (b) debaixo da autoridade espiritual, (c) no ajuntamento (organizados), (d) em louvor e adoração – através dos cânticos.
3. REFLEXÕES: Como alcançaram eles as águas deste poço? Louvando. Cantaram sobre a areia o cântico de fé, enquanto, com o bordão da promessa, cavavam.
4. O QUE EVITAR: O louvor ainda hoje pode abrir fontes no deserto, sendo que a murmuração só nos trará juízo, e às vezes a própria oração pode falhar em alcançar as fontes de bênção.
Hebreus 4:2 “Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram.”
João 6:43 “Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.”
1 Coríntios 10:10 “Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.”
Filipenses 2:14 “Fazei tudo sem murmurações nem contendas”
Judas 1:16 “Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros.”
5. CONCLUSÃO: Nada agrada tanto ao Senhor como o louvor. Não há prova de fé tão verdadeira como a graça da gratidão.
6. REFLEXÕES PARA APROFUNDAR:
- Será que estamos realmente louvando a Deus?
- Estamos dando graças por Suas bênçãos presentes, que são mais do que se pode contar, e será que O louvamos até mesmo por aquelas provações, que não passam de bênçãos disfarçadas?
- Acaso já aprendemos a louvá-lO de antemão pelas coisas que ainda não vieram?